quinta-feira, 16 de fevereiro de 2017

São Paulo à venda, sob nova direção

Companheiros e companheiras, a direita neoliberal chegou chegando e São Paulo à venda, sob nova direção.
Quem dá mais???



Doria anuncia em vídeo o “maior programa de privatização de SP” http://exame.abril.com.br/brasil/doria-anuncia-em-video-o-maior-programa-de-privatizacao-de-sp/ via EXAME.com – Negócios, economia, tecnologia e carreira Privataria tucana 3.0 BRASIL Doria anuncia em vídeo o “maior programa de privatização de SP” Prefeito exibiu para investidores em Dubai um vídeo promocional em inglês sobre equipamentos que devem ser oferecidos à iniciativa privada; assista
14 fev 2017, 18h15 - Atualizado em 14 fev 2017, 18h18 chat_bubble_outline more_horiz Vista aérea da cidade de São Paulo São Paulo: vídeo produzido pela prefeitura mostra oportunidades na cidade (filipefrazao/Thinkstock) São Paulo — O prefeito de São Paulo, João Doria Jr., levou para a sua viagem a Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, um vídeo em inglês em que a prefeitura anuncia o “maior programa de privatização” da história da cidade. A iniciativa faz parte do projeto do governo municipal de tentar atrair investidores estrangeiros para as privatizações de equipamentos públicos municipais, defendidas por Doria ainda na corrida eleitoral do ano passado. PUBLICIDADE inRead invented by Teads Nesta semana, Doria viajou a Dubai para participar do World Government Summit 2017, reunião de cúpula realizada com governos de todo o mundo. Entre os locais oferecidos para a iniciativa privada e que aparecem no vídeo, estão o Parque do Ibirapuera, o Anhembi, o Autódromo de Interlagos, o Mercadão, o Estádio do Pacaembu, terminais de ônibus, o sistema de cobranças do transporte público (bilhete único e aluguel de bikes), o sistema funerário e o de iluminação pública.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

Trump provoca explosão em filiações a grupos socialistas nos EUA

Eis que na América capitalista, direitista e meritocrata, surge uma grande insatisfação com Donald Trump e provoca uma explosão em filiações a grupos socialistas por lá. Os grupos de esquerda apostam no descontentamento com o capitalismo e na sensação baixa de representatividade com republicanos e democratas para crescer nos EUA.

Donald Trump fazendo careta

A eleição de Donald Trump para a presidência dos Estados Unidos não apenas elevou o nível de radicalismo na informalidade do debate político, mas também pode ter provocado uma maior organização política de membros da sociedade civil nos mais diversos espectros ideológicos. Isto é apontado numa reportagem realizada pela agência de notícias Al Jazeera, More Americans joining socialist groups under Trump, que observou uma explosão nas adesões e manifestações de interesse de cidadãos norte-americanos em organizações socialistas.
À matéria, o diretor da organização Socialistas Democratas da América, David Duhalde, explica que a filiação alcançou 16 mil nomes, mais que dobrando os números de maio de 2016. Apenas nas últimas duas semanas, mais de 2 mil novos membros fizeram registro. "Estamos tirando vantagem da crescente energia em torno do socialismo e a sensação popular de que o capitalismo não está funcionando para a maioria das pessoas", explicou.

Donald Trump fazendo careta

Connor Southard, que nunca havia se envolvido com organizações políticas antes corrobora com tal avaliação: "A única forma de se opor a esse poder maligno [de Donald Trump] é se organizar". Os membros do DSA participaram das manifestações populares contra a posse de Trump, apoiados pela Marcha das Mulheres.

Outro grupo de esquerda, o Alternativa Socialista, com vertente trotskista, diz que o número de filiações cresceu em mais de 30% desde a eleição. Crescimento também foi percebido pela secretaria nacional do Partido Socialista norte-americano. Embora os números ainda sejam modestos, o crescimento tem sido considerado bastante significativo, na medida em que o descontentamento com as políticas de Trump ainda parecem não ter atingido o ápice no país.

Em meio a tal percepção de crescimento da adesão a grupos socialistas nos Estados Unidos, a reportagem também lembra de uma pesquisa feita pelo instituto Gravis Marketing, que tentava desenhar um cenário hipotético de disputa entre o socialista Bernie Sanders -- derrotado nas prévias do Partido Democrata por Hillary Clinton -- e Trump. A conclusão apontou para uma vitória do senador socialista, por um placar de 56% a 44%.

Apesar do contexto ainda de fragilidade em nível nacional, um estudo realizado em abril de 2016 pela Universidade de Harvard mostrou que 51% dos millennials -- entre 18 e 29 anos -- rejeitam o capitalismo e 33% apoiam o socialismo. Parte desse movimento de esquerda também se dá acompanhado pela própria ascensão de Sanders nos Estados Unidos e a insatisfação dos cidadãos com seu nível de qualidade de vida.

Embora o sistema partidário norte-americano seja, na prática, bipartidário, com pouco espaço destinado a outras siglas, outra pesquisa feita pela consultoria Gallup em setembro de 2015 mostrou que 60% dos entrevistados apoiam a criação de uma terceira via partidária, vista a crise de representatividade de Democratas e Republicanos. É exatamente sobre essa insatisfação que os grupos socialistas sonham mais espaço na política norte-americana após um passado sombrio de repressão, prisão e perseguição em períodos como a gestão de Joseph McCarthy.

Até mais.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Elefante Branco - Filme 2012

Elefante Blanco, título original deste ótimo filme do cinema argentino, retrata de forma bem atual as mazelas da luta por moradia digna que envolve o povo, movimentos sociais, aqui no caso é representado pela Igreja Católica, em rota de conflito com poder público e crime organizado.

Pode-se dizer que é um clássico para quem é adepto ou admirador de democracia social/socialismo.

Super recomendo!!

SINOPSE:

O padre Julián (Ricardo Darín) e o padre Nicolás (Jérémie Renier) trabalham ajudando os menos favorecidos na favela de Villa Virgen, periferia de Buenos Aires. O local é um antro de violência e miséria. A polícia corrupta e os próprios sacerdotes da Igreja nada fazem para mudar essa realidade e os dois clérigos terão de por suas próprias vidas em risco para continuar do lado dos mais pobres.



adorocinema.com/filmes/filme-202973

Até mais.

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Os 10 números que mostram a decadência do PT

Os especialistas em política já esperavam que o ParTidão não tivesse bons resultados nestas eleições, porém a análise mostra o impacto gigantesco da crise vivida pelo PT. São números realmente catastróficos.

Não foi uma surpresa, mas os números do PT nas eleições de 2016 conseguiram ressaltar o momento complicado pelo qual vive o partido que governou o país nos últimos 13 anos. Os recentes protestos pelo país que pressionaram a ex-presidente Dilma Rousseff, não só se espalharam para todo o PT como se refletiu no desempenho de seus candidatos, levando a uma grande queda no número de vitórias em todas as regiões.

E este efeito terá grande reflexo daqui para frente. Além da perda da força política para as eleições de 2018, o PT também deve ter grandes problemas no Congresso, por conta da menor capacidade de conseguir apoio pelo fato de que a sigla não terá muitas prefeituras para ajudar na campanha daqui dois anos.

Os 10 números catastróficos que mostram a decadência do PT

Veja abaixo 10 dados que mostram por que o PT saiu das eleições como o partido mais derrotado do país:

1 - Número de prefeituras A queda de prefeituras fará o partido voltar quase para o nível "pré-Lula". Em 2000, a sigla tinha 187 prefeituras pelo país, com um salto ocorrendo quatro anos depois, com apoio na vitória presidencial, passando para 411 prefeitos eleitos em 2004. O resultado do partido continuou crescendo, com o pico ocorrendo em 2012, quando o PT conquistou 644 prefeituras.

Neste ano, apenas 256 petistas foram eleitos, sendo que ainda existem mais sete que disputarão o segundo turno, podendo elevar o resultado para 263. Porém, mesmo no melhor cenário, com todos eles vencendo, a queda em relação a 2012 será de 59%, sendo o pior resultado entre todos os partidos.

2 - Ranking dos partidos Com a forte queda na quantidade de prefeitos eleitos, o Partido dos Trabalhadores também desabou no ranking por partidos. Em 2012 a sigla era a terceira na quantidade de prefeituras, este ano passou para décima, ficando atrás de DEM e PTB.

3 - Número de votos O partido também foi o que teve a maior queda em número de votos para prefeito no primeiro turno. Seus candidatos receberam, ao todo, 6,8 milhões de votos, contra 17,2 milhões há quatro anos, o que representa uma queda de 60%.

4 - Receita Com o resultado mais fraco nas urnas, o PT também deve ter menos receita e população administrada por seus filiados. O jornal Folha de S. Paulo fez um levantamento com dados de 4.817 cidades e informações na Secretaria do Tesouro Nacional, indicando uma queda de 84% no volume de receitas que serão geridas por prefeitos petistas. A estimativa, segundo a publicação, é conservadora, sem atualização da inflação. A receita, segundo este levantamento, deve cair de cerca de R$ 84 bilhões em 2012 para R$ 13,5 bilhões.

5 - Derrota nas grandes cidades Não deixa de ser um reflexo do desempenho geral, mas o PT também mostrou um péssimo resultado quando o assunto são as grandes cidades (com mais de 200 mil eleitores). Das 94 maiores cidades do país, o PT só elegeu um prefeito e foi pra sete segundo turnos.

6 - Resultado para vereador No pleito para vereador o PT também mostrou grande perda de força elegendo apenas 2.808 candidatos. Isto deixa o partido na décima colocação entre as siglas que mais conseguiram eleger candidatos. PMDB, com 7.570, e PSDB, com 5.369, foram os dois partidos que mais tiveram vitórias.

7 - Sem força em seu próprio reduto No ABC Paulista, considerado o maior reduto petista, o partido não conseguiu ficar com nenhuma prefeitura. Em São Caetano a disputa já foi definida e colocou Auricchio (PSDB) como o novo prefeito. Já em São Bernardo do Campo o candidato petista não conseguiu nem passar para o segundo turno, que será disputado entre Orlando Morando (PSDB) e Alex Manente (PPS). Santo André é a esperança da sigla, que colocou Carlos Grana para enfrentar Paulo Serra (PSDB) no fim deste mês.

8 - Filho de Lula derrotado Nem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva conseguiu mostrar alguma força no pleito. Em São Bernardo do Campo, um de seus filhos, Marcos Cláudio Lula da Silva, não conseguiu ser reeleito para o cargo de vereador. Marcos Lula é filho do primeiro casamento de Marisa Letícia, esposa de Lula, e adotado pelo ex-presidente. Ele teve apenas 1.504 votos este ano, enquanto em 2012 foram 3.882. 9 - Pior votação em São Paulo Desde 1992, o PT nunca ficou fora do segundo turno - ficou desta vez. Ao receber 16,7% dos votos válidos, Haddad ficou atrás até mesmo de Eduardo Suplicy, que, ao enfrentar Jânio Quadros na disputa pela prefeitura, em 1985, chegou à marca de 19,75%. 10 - Governadores perderam nas capitais Dos quatro governadores do PT (Acre, Minas Gerais, Piauí e Bahia), apenas o do Acre, Tião Viana, conseguiu superar as dificuldades e eleger o prefeito da capital. Em Rio Branco, o vencedor ainda no primeiro turno foi o engenheiro Marcus Alexandre, que renovou o mandato na prefeitura e conseguiu 54,8% dos votos válidos.
m.infomoney.com.br/mercados/politica/noticia/5607923/numeros-catastroficos-que-mostram-decadencia

quinta-feira, 23 de junho de 2016

O estilo de vida da Geração Y quebra o varejo mundial

Afinal de contas, por que o por que o estilo de vida da Geração Y prejudica o varejo mundial ?
Confira abaixo e descubra o motivo que levou esta geração a se interessar mais pelo estilo de vida do que o consumo para vida:

O estilo de vida da Geração Y quebra o varejo mundial

A Geração Y já representa o maior grupo de pessoas vivas nos Estados Unidos. No mundo, alcançará a marca de 44% da população economicamente ativa em 2025, segundo previsão da consultoria Booz Allen em 2010. Mesmo assim, nada disso significa que todos os setores econômicos deveriam focar majoritariamente nesse grupo. Para o varejo, aliás, pensar nos “millenials” pode ser um erro, de acordo com o especialista Robin Lewis.

Com experiência de quarenta anos em estratégias de operações e consultoria nas indústrias de varejo e de produtos consumíveis, Lewis explicou que acredita que a geração como um todo é uma “ameaça” ao varejo. A declaração foi feita em seu blog, Robin Report.

“Essa é uma geração maior que os boomers em população, mas suas carteiras são menores, e eles gostam mais de estilo de vida do que de coisas na vida”, explicou o consultor que já trabalhou em companhias como DuPont, VF Corporation, Women’s Wear Daily (WWD), e Goldman Sachs. “Eles não gostam muito de compras, o que explica porque os shoppings estão sofrendo. Além disso, eles conseguem encontrar tudo o que quiserem em seus celulares”.

A preferência por experiência pode ser vista no dia a dia. Como explicou o autor de best seller Jim Cramer, um dos maiores gastos desse grupo de pessoas é a comodidade de se transportar usando o Uber. Em seguida, o próprio celular, que não é um item comprado em quantidade.
infomoney.com.br/minhas-financas/consumo/noticia/5200644/por-que-estilo-vida-geracao-prejudica-varejo-mundial

Veja também:

Vídeo documentário: PROPAGANDA

Até mais.

quinta-feira, 2 de junho de 2016

O que é e para que serve a DRU?

O governo do presidente inteirino, Michel Temer, conseguiu aprovar há poucas horas no Congresso a Desvinculação de Receitas da União (DRU), além de retorná-la, pois tinha vencido o seu prazo, também aumentou o percentual pro governo federal gastar à vontade, 30%. Que beleza!

Afinal de contas, O que é e para que serve a Desvinculação de Receitas da União (DRU)?

Clique aqui e descubra.

Vale a pena ressaltar as conclusões, pois o texto do link acima é bem extenso:

" ... São válidas as seguintes conclusões: (1) atualmente, a maior parte dos recursos desvinculados de contribuições sociais retorna ao orçamento da seguridade social, de forma que a redução de seus recursos é hoje muito menos relevante que no passado; (2) não se pode afirmar que a área de educação tenha perdas de recursos e, a partir de 2011, não haverá mais desvinculação de recursos de MDE; (3) o FAT abre mão de recursos para gastos com o seguro-desemprego e outras ações a seu encargo e de seu patrimônio aplicado no BNDES.

A possibilidade de troca de fontes de recursos enfraquece o argumento de que a DRU reduz os gastos sociais: o que se retira por meio da DRU pode voltar para aquela área por meio de alocação de recursos orçamentários livres.

Ademais, cabe observar que os gastos da seguridade social não são determinados pela disponibilidade de recursos vinculados e, sim, pelas decisões de criação ou aumento de despesas públicas. Na área de educação, a criação de cargos e o aumento de sua remuneração determinam parte substancial da despesa. Em relação ao FAT, suas despesas dependem do valor do salário mínimo e das regras de concessão do seguro-desemprego.

Por outro lado, se não houvesse a DRU, a diferença entre a arrecadação total de contribuições sociais e a despesa total da seguridade geraria a impressão de que estaria “sobrando” dinheiro na seguridade, o que estimularia o aumento de gastos na área.

Esse raciocínio, contudo, não é correto. Como visto acima, o Governo Federal elevou fortemente a tributação por meio de contribuições sociais para gerar recursos não só para a seguridade, mas também para o financiamento do orçamento fiscal. O foco no aumento de contribuições, em vez de impostos, foi para evitar partilhar as receitas com estados e municípios.

Se a DRU for simplesmente extinta, e toda a receita de contribuições tiver que ser alocada no orçamento da seguridade, os R$ 9 bilhões que atualmente são transferidos liquidamente do orçamento da seguridade para o orçamento fiscal (vide Tabela 1) se converterão em gastos públicos, aumentando o déficit público e exigindo a elevação de impostos para o custeio das despesas do orçamento fiscal.

O mesmo ocorrerá com os R$ 7 bilhões líquidos que a DRU retira do FAT.

A extinção da DRU também retira do Governo a possibilidade de promover novas elevações de tributação via contribuições sociais nos momentos em que desejar reforçar o caixa da União.

Podemos concluir que a DRU ainda é necessária, embora talvez menos que no passado, devido à progressiva redução de sua base de cálculo.

As sucessivas prorrogações da DRU mostram a necessidade desse mecanismo, ainda que como alternativa a uma ampla reforma nas finanças públicas brasileiras. A Constituição Federal de 1988 incorporou inúmeras demandas da sociedade, especialmente nas áreas de saúde, assistência e previdência social. Muitas dessas demandas assumiram a forma de vinculações de receitas a órgão, fundo ou despesa. A DRU surge como uma forma de reduzir essas vinculações, dada a dificuldade política de realizar uma reforma fiscal abrangente. Em visão mais ampla, a desvinculação representa um mecanismo para compatibilizar o arcabouço da Constituição de 1988 com a bem-sucedida estabilização econômica de 1994. "




Até mais

sexta-feira, 27 de maio de 2016

Michel Temer é inimigo do mercado?

Desde que o presidente interino tomou posse que a bolsa cai e o dólar sobe. Vem fazendo vítimas atrás de vítimas na bolsa de valores com o seus sustos.

Banco do Brasil foi um destes papéis a ter queda forte após ameaça de liquidação do Fundo Soberano, fortemente exposto em ações do banco (BBAS3).

Agora parece que tem-se novas vítimas via BNDES:
sede do BNDES no centro do Rio

O "novo BNDES" pode movimentar R$ 51 bilhões e afetar 30 ações na Bolsa; veja as impactadas
Em relatório, a equipe de análise do BTG Pactual mostra quais as eventuais impactadas com uma venda total ou parcial do BNDES em empresas da Bolsa


Confira abaixo as empresas com participação no BNDES por setor:
Confira abaixo as empresas com participação no BNDES por setor

Na tabela abaixo, você confere a lista de empresas em ordem da mais impactada para a menos impactada:
Na tabela abaixo, você confere a lista de empresas em ordem da mais impactada para a menos impactada

A hipótese de venda de participação do BNDES ocorre em meio a anúncio de alterações na visão do governo sobre o banco de fomento. Na terça, o presidente interino Michel Temer e o ministro da Fazenda Henrique Meirelles propuseram a devolução de pelo menos R$ 100 bilhões em recursos repassados pelo Tesouro nos últimos anos que, no total, somam R$ 500 bilhões. Temer afirmou que a ideia é que R$ 40 bilhões sejam devolvidos neste momento e o restante no futuro.

Agora na opinião de esquerdopatas, o governo do Michel é inimigo do trabalhador e amigo do mercado. Quem poderá nos defender??

Quem poderá nos defender? Eu, Chapolim Colorado

Pacote de Temer é a favor do mercado e contra o trabalhador

quinta-feira, 19 de maio de 2016

Samba - filme 2014

Ótimo filme francês que aborda o drama dos imigrantes irregulares na França até que de forma cômica, porém sem perder o respeito com o sofrimento de quem lá vive nesta situação.

O filme é dirigido e escrito por Olivier Nakache e Éric Toledano. No elenco estão os atores Omar Sy, Charlotte Gainsbourg, Tahar Rahim e Izïa Higelin como protagonistas.

Demais informações sobre a película:

Data de lançamento: 7 de setembro de 2014 (mundial)
Direção: Olivier Nakache, Éric Toledano
Música composta por: Ludovico Einaudi
Produção: Omar Sy
Indicações: César de Melhor Atriz Coadjuvante, Prêmio do Cinema Europeu: Prêmio do Público

Samba - filme 2014

Super recomendo. Filme bom demais.

terça-feira, 3 de maio de 2016

A Onda - filme 2008

Filme simplesmente sensacional. Um dos melhores filmes com adolescentes já criados até hoje. Produção alemã fora de série. Aliás, o nome do filme em alemão é Die Welle. Vale muito a pena conferir!



A película narra a história numa escola de ensino médio da Alemanha, relativo à duas disciplinas eletivas, as quais os alunos tem de escolher, anarquia ou autocracia. O professor Rainer Wenger, vivido pelo ator Jürgen Vogel, é posto para dar aulas da disciplina autocracia. Então ele decide a partir do primeiro dia de aula montar um regime fascista dentro da sala de aula. Os alunos dão o nome de "A Onda" ao movimento, escolhem um uniforme e inclusive uma saudação. Infelizmente o professor perde o controle da situação, os alunos começam a propagar "A Onda" pela cidade, tornando o projeto escolar em um movimento real. Quando as coisas começam a ficar sérias e fanáticas demais, Wenger tenta por um fim no movimento "A Onda", porém aí já era tarde demais.

Uma aula sobre regimes políticos formados com ditadura. Enfim, as coisas até funcionam, mas é um preço bem caro que as pessoas precisam pagar.

Até mais.